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O “Congresso Internacional sobre Lixo Zero e Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos” pretende promover o intercâmbio de informações e troca de experiências entre as Instituições de Ensino Superior (IES), Municípios, Secretarias de Meio Ambiente, Associações das indústrias, comércio, consórcios, Instituições internacionais, entre outros, por meio de palestras, oficinas a apresentação de trabalhos científicos. Dessa maneira pretende-se implementar parceria com Wastecosmart, que é um programa da União Europeia que propõe soluções para o problema da gestão de resíduos, fomentando a inovação dos países membros por meio da cooperação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico; além de, fomentar um Fórum permanente e um evento anual itinerante, que busque adquirir e discutir conhecimentos sobre Gestão Integrada de RSU e Lixo Zero para auxiliar na tomada de decisões e orientações de pesquisas em áreas afins; Promover a troca de experiências com outros países, aplicar métodos e práticas comprovadas como eficientes e factíveis com as necessidades brasileiras; Conhecer e divulgar legislações e normas vigentes em cidades, estados, órgãos públicos e privados, promovendo uma ampla discussão sobre a temática.

logo  Comissão Organizadora

– Patrícia Raquel da Silva Sottoriva

– Paulo Roberto Janissek

– Jessica Pertile

– Juliana Zaniolo da Silva

Katiani Louise

– Gustavo Ritzmann

– Tania Mara Kamienski

logo Público Alvo

Pesquisadores, Professores, Estudantes de graduação, Pós-graduando, Gestores e Administradores de órgãos públicos e privados, Funcionários Públicos de autarquias ou das mais diversas secretarias estaduais, funcionários públicos, profissionais da área ambiental, da saúde, de segurança do trabalho, entre outros que atuem na área da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos e Lixo Zero.

  Objetivos

  • Analisar o estado da arte da pesquisa, do ensino e da extensão na área de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU);
  • Partilhar resultados relativos à pesquisa e ensino;
  • Partilhar experiências de ensino e extensão;
  • Comparar a situação brasileira com a realidade latino-americana e mundial;
  • Analisar as políticas públicas e acordos setoriais brasileiros;
  • Contribuir para a definição de uma Agenda brasileira de pesquisa em Resíduos Sólidos Urbanos.
  • Fomentar a criação de um Fórum permanente entre Instituições de Ensino, órgãos públicos e privados, secretarias de meio ambiente (municipais e estaduais) ou órgãos de áreas afins.

logo Eixos temáticos para apresentação de trabalhos e projetos – CHAMADA DE TRABALHOS

  1. Ambiente, Desenvolvimento, Planejamento e Governança em Resíduos Sólidos e Conceito Lixo Zero.
  2. Resíduos Sólidos, Conceito Lixo Zero, clima, meteorologia e alterações climáticas.
  3. Saúde pública e redução de riscos relacionados com epidemias e pragas.
  4. Educação, comunicação e gestão comunitária de Resíduos Sólidos.
  5. Gestão de Riscos Socioambientais em Resíduos Sólidos;
  6. Redução de Riscos relacionados com produtos perigosos e infraestruturas tecnológicas;
  7. Gestão Integrada de RSU e Consórcios Intermunicipais;
  8. Sistemas de Informação e Comunicação em RSU;
  9. Abordagens multidisciplinares integradas em RSU.

logo Resultados e Produtos Esperados

De modo objetivo, com o “Congresso Internacional sobre Lixo Zero e Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos” e “II Congresso Nacional Juventude Lixo Zero”, pretende-se estabelecer um grupo técnico-científico de discussão permanente sobre as temáticas abordadas nas palestras e assuntos correlatos.

  • Pretende-se publicar os trabalhos técnicos e científicos (com avaliação ≥ 8,0) em revista a definir;
  • Gerar anais digitais do Congresso e página na internet com apresentações e disponibilização dos trabalhos;
  • Espera-se estabelecer periodicidade anual deste evento.
  • Os resultados deverão ser amplamente divulgados na Internet por meio de correio eletrônico e notícias em revistas e portais eletrônicos da área.

A partir dos resultados obtidos serão gerados:


Aspectos Sociais

  • Incremento do nível de informação da comunidade sobre a Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos e Lixo Zero, bem como, sobre os resultados das intervenções antrópicas e ações municipais e estaduais;
  • Possibilidade de alavancar programas de educação socioambientais paralelas no âmbito municipal, estadual e federal com maior possibilidade de êxito.

Aspectos Econômicos

  • Possibilidade de aferir a eficiência econômica de investimentos na área de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos por meio de análises de Custo x Benefício e Custo x Efetividade;
  • Otimização dos esforços de coleta por parte das instituições intervenientes com a criação de um banco georreferenciado de dados;

Aspectos Ambientais

  • Identificação dos pontos de maior vulnerabilidade socioambiental e seu impacto local.
  • Conscientização sobre coleta seletiva, reciclagem, segregação e redução na fonte, redução dos passivos ambientais (lixões e aterros sanitários).

 Aspectos Científicos

  • Possibilidade de acompanhar cientificamente as ações de intervenção e preparação das cidades/comunidades;
  • Possibilidade de comparação dos resultados aos estudos congêneres no mundo;
  • Dar suporte a programas de gestão ambiental pautados no Sistema de Avaliação Integrada, indicando as diferenças entre a situação atual, ações corretivas necessárias e as providências a serem tomadas pelos gestores/munícipes e interação com as Instituições de Ensino Superior (IES).
  • Fomentar temáticas para pesquisa e extensão nas IES para atender as necessidades locais, regionais e estaduais.

Os produtos esperados a serem obtidos com a criação do Fórum de discussão permanente podem ser resumidamente apontados como:

  • Banco de Dados de Informações Unificado;
  • Mapas temáticos socioambientais variados (qualidade ambiental, aspectos geográficos de interesse, geologia, uso e ocupação do solo, necessidades na gestão e gerenciamento de resíduos, sensibilidade e riscos, entre outros) e composição de vários outros temas;
  • Intercâmbio de informações entre instituições de ensino, sociedade civil e órgãos ambientais;
  • Integração de grupos técnicos, científicos, gestores públicos e privados, sociedade civil.